Relações entre a ficção e jornalismo em crônica de uma morte anunciada de Gabriel García Márquez

Maria Cecília Guirado de Carvalho, Angélica Miquelin Do Nascimento

Resumen


Como jornalista ou como escritor, Gabriel García Márquez se preocupava com a responsabilidade política e social de suas narrativas. Em Crônica de uma morte anunciada, o tino do repórter complementa a técnica do escritor no resgate de uma história ocorrida há trinta anos.

Ancorada no real, tal narrativa faz uma crítica aos valores morais que pesam sobre os latino-americanos. Recontando o assassinato de Cayetano Gentile, transformado em Santiago Nasar, o autor condensa a maestria do realismo mágico, nesse texto que une a experiência adquirida na prática do romance e na prática da reportagem.




Palabras clave


Gabriel García Márquez; Crônica de uma Morte Anunciada; América Latina; reportagem; literatura; ficção; novela colombiana.

Texto completo:

PDF

Referencias


GARCÍA MÁRQUEZ, G., Cheiro de Goiaba: conversas com Plínio Apuleyo Mendonza, tradução de Eliane Zagury. 4. ed, Record, Rio de Janeiro, 1993.

_____________________ Crônica de Uma Morte Anunciada, tradução de Remy Gorga Filho. 31ª. ed, Record, Rio de Janeiro, 2004.

_____________________ Viver para Contar, tradução de Eric Nepomuceno. 6. ed, Record, Rio de Janeiro, 2005.

_____________________ Eu não vim fazer um discurso, tradução de Eric Nepomuceno. 6. ed, Record, Rio de Janeiro, 2011.

GILARD, J. Introdução, Textos caribenhos - Obra jornalística 1 (1948-1952), Record, Rio de Janeiro-São Paulo, 2006.

MARTIN, G., Gabriel García Márquez: uma vida, tradução Cordelia Magalhães, Ediouro, Rio de Janeiro, 2010.

MELO, J., Gabriel García Márquez e o Realismo Mágico Latino-Americano. In Revista Camões nº 2, julho-setembro, 1998.

MOTTA, L, G., Narratologia – Análise da narrativa jornalística, Casa das Musas, Brasília, 2004.




Copyright (c) 2015 Revista Luciérnaga - Comunicación ISSN 2027-1557

ISSN 2027 - 1557